quarta-feira, 28 de novembro de 2012
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ivan evaldo kussler: Oferecido a Ivan Evaldo Kussler e Ivam Kussler mai...: LEIA ESTE IVAM EVALDO KUSSLER CANÇÃO DO AFRICANO Lá na úmida senzala, Sentado na estreita sala, Junto ao braseiro, no chão, En...
domingo, 25 de novembro de 2012
sobre LUIS FERNANDO VERISSIMO POSTAGEM DE MARCO E IVAM EVALDO KUSSLER IVAN EVALDO KUSSLER
sobre LUIS FERNANDO VERISSIMO POSTAGEM DE MARCO E IVAM EVALDO KUSSLER IVAN EVALDO KUSSLER - fontes citadas
sobre LUIZ FERNANDO VERISSIMO POSTAGEM DE MARCO E IVAM EVALDO KUSSLER IVAN EVALDO KUSSLER
LUIZ FERNANDO VERISSIMO
Luis Fernando Verissimo nasceu em 26 de setembro de 1936 em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. É o escritor que mais vende livros no Brasil.
Filho do escritor Erico Verissimo e Mafalda Verissimo.Em 1954, a família viajou novamente para os Estados Unidos, onde Erico foi Presidente do Departamento de Assuntos Culturais da União Pan-Americana, em Washington, durante 4 anos. Luis Fernando iniciou seus estudos de música, aprendendo a tocar saxofone e tornando-se um admirador de jazz nesta mesma época.
Ao retornar ao Brasil, em 1956, começou a trabalhar na editora Globo de Porto Alegre, no setor de arte e planejamento. Em 1962 transferiu-se para o Rio de Janeiro onde exerceu as atividades de tradutor e redator de publicações comerciais.Casou-se com a carioca Lúcia Helena Massa que conheceu em um de seus trabalhos no Rio.Eles tiveram três filhos: Fernanda, Mariana e Pedro. De volta a Porto Alegre em 1967, Luis Fernando começou a trabalhar como copydesk do jornal Zero Hora e como redator de publicidade.
Em pouco tempo já tinha uma coluna diária, que o deu fama por seu estilo humorístico e uma série de cartuns e histórias em quadrinhos.O primeiro livro, "O popular", de crônicas e cartuns, foi publicado em 1973.Em 1995, o livro O Analista de Bagé, lançado em 81, chegou à centésima edição. Algumas de suas crônicas foram publicadas nos Estados Unidos e na França em coletâneas de autores brasileiros.
O trabalho do autor também é conhecido na TV, que adaptou para minissérie o livro Comédias da Vida Privada. O programa recebeu o prêmio da crítica como o melhor da TV brasileira.
Hoje em dia ele escreve para vários jornais, o jornal Zero Hora, O Estado de Sao Paulo e O Globo.
Crônicas e Contos
- A Grande Mulher Nua
- Amor brasileiro
- Aquele Estranho Dia que Nunca Chega
- A Mãe de Freud
- A Mãe de Freud
- A Mesa Voadora
- A Mulher do Silva
- As Cobras
- A velhinha de Taubaté
- A versão dos afogados – Novas comédias da vida pública
- Comédias da Vida Privada
- Comédias da Vida Privada
- Comédias da Vida Pública
- Ed Mort em “O seqüestro o zagueiro central”
- Ed Mort em “Com a Mão no Milhão”
- Ed Mort e Outras Histórias
- Ed Mort em “Procurando o Silva” (ilust. de Miguel Paiva)
- Ed Mort em Disneyworld Blues (ilust. de Miguel Paiva)
- As Cobras em “Se Deus existe que eu seja atingido por um raio”
- As Aventuras da Família Brasil, Parte II
- História de Amor 22
- Ler Faz a Cabeça, V.1
- Ler Faz a Cabeça, V.3
- Novas Comédias da Vida Privada
- O Analista de Bagé em Quadrinhos
- O Marido do Dr. Pompeu
- O Popular
- O Rei do Rock
- Orgias
- Orgias
- O Suicida e o Computador
- O Suicida e o Computador
- Outras do Analista de Bagé
- Para Gostar de Ler, V.13 - "Histórias Divertidas", com F. Sabino e M. Scliar
- Para Gostar de Ler, V.14
- Para Gostar de Ler, V.7 – "Crônicas", com L. Diaféria e J.Carlos Oliveira
- Peças Íntimas
- Separatismo; Corta Essa!
- Sexo na Cabeça
- Sexo na Cabeça
- Todas as comédias
- Zoeira
- A eterna privação do zagueiro absoluto
- Comédias para se ler na escola
- As mentiras que os homens contam
- Histórias brasileiras de verão
- Aquele estranho dia que nunca chega
- Banquete com os Deuses
- Amor brasileiro
- Aquele Estranho Dia que Nunca Chega
- A Mãe de Freud
- A Mãe de Freud
- A Mesa Voadora
- A Mulher do Silva
- As Cobras
- A velhinha de Taubaté
- A versão dos afogados – Novas comédias da vida pública
- Comédias da Vida Privada
- Comédias da Vida Privada
- Comédias da Vida Pública
- Ed Mort em “O seqüestro o zagueiro central”
- Ed Mort em “Com a Mão no Milhão”
- Ed Mort e Outras Histórias
- Ed Mort em “Procurando o Silva” (ilust. de Miguel Paiva)
- Ed Mort em Disneyworld Blues (ilust. de Miguel Paiva)
- As Cobras em “Se Deus existe que eu seja atingido por um raio”
- As Aventuras da Família Brasil, Parte II
- História de Amor 22
- Ler Faz a Cabeça, V.1
- Ler Faz a Cabeça, V.3
- Novas Comédias da Vida Privada
- O Analista de Bagé em Quadrinhos
- O Marido do Dr. Pompeu
- O Popular
- O Rei do Rock
- Orgias
- Orgias
- O Suicida e o Computador
- O Suicida e o Computador
- Outras do Analista de Bagé
- Para Gostar de Ler, V.13 - "Histórias Divertidas", com F. Sabino e M. Scliar
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- Para Gostar de Ler, V.7 – "Crônicas", com L. Diaféria e J.Carlos Oliveira
- Peças Íntimas
- Separatismo; Corta Essa!
- Sexo na Cabeça
- Sexo na Cabeça
- Todas as comédias
- Zoeira
- A eterna privação do zagueiro absoluto
- Comédias para se ler na escola
- As mentiras que os homens contam
- Histórias brasileiras de verão
- Aquele estranho dia que nunca chega
- Banquete com os Deuses
terça-feira, 20 de novembro de 2012
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
SOBRE ARTISTA PARA IVAM KUSSLER E IVAN EVALDO KUSSLER
IVAN EVALDO KUSSLER
IVAM EVALDO KUSSLER
MAAAPE REPASSA E CITA FONTES.
AFFONSO ROMANO DE SANT'ANNA. O CRONISTA É UM ESCRITOR CRÔNICO. O primeiro texto que publiquei em jornal foi uma crônica. Devia ter eu lá uns 16 ou 17 anos. E aí fui tomando gosto. Dos jornais de Juiz de Fora, passei para os jornais e revistas de Belo Horizonte e depois para a imprensa do Rio e São Paulo. Fiz de tudo (ou quase tudo) em jornal: de repórter policial a crítico literário. Mas foi somente quando me chamaram para substituir Drummond no Jornal do Brasil, em 1984, que passei a fazer crônica sistematicamente. Virei um escritor crônico. O que é um cronista? Luís Fernando Veríssimo diz que o cronista é como uma galinha, bota seu ovo regularmente. Carlos Eduardo Novaes diz que crônicas são como laranjas, podem ser doces ou azedas e ser consumidas em gomos ou pedaços, na poltrona de casa ou espremidas na sala de aula. Já andei dizendo que o cronista é um estilita. Não confundam, por enquanto, com estilista. Estilita era o santo que ficava anos e anos em cima de uma coluna, no deserto, meditando e pregando. São Simeão passou trinta anos assim, exposto ao sol e à chuva. Claro que de tanto purificar seu estilo diariamente o cronista estilita acaba virando um estilista. O cronista é isso: fica pregando lá em cima de sua coluna no jornal. Por isto, há uma certa confusão entre colunista e cronista, assim como há outra confusão entre articulista e cronista. O articulista escreve textos expositivos e defende temas e idéias. O cronista é o mais livre dos redatores de um jornal. Ele pode ser subjetivo. Pode (e deve) falar na primeira pessoa sem envergonhar-se. Seu "eu", como o do poeta, é um eu de utilidade pública. Que tipo de crônica escrevo? De vários tipos. Conto casos, faço descrições, anoto momentos líricos, faço críticas sociais. Uma das funções da crônica é interferir no cotidiano. Claro que essas que interferem mais cruamente em assuntos momentosos tendem a perder sua atualidade quando publicadas em livro. Não tem importância. O cronista é crônico, ligado ao tempo, deve estar encharcado, doente de seu tempo e ao mesmo tempo pairar acima dele.
FONTE: http://sitenotadez.net/cronicas/
IVAM EVALDO KUSSLER
MAAAPE REPASSA E CITA FONTES.
AFFONSO ROMANO DE SANT'ANNA. O CRONISTA É UM ESCRITOR CRÔNICO. O primeiro texto que publiquei em jornal foi uma crônica. Devia ter eu lá uns 16 ou 17 anos. E aí fui tomando gosto. Dos jornais de Juiz de Fora, passei para os jornais e revistas de Belo Horizonte e depois para a imprensa do Rio e São Paulo. Fiz de tudo (ou quase tudo) em jornal: de repórter policial a crítico literário. Mas foi somente quando me chamaram para substituir Drummond no Jornal do Brasil, em 1984, que passei a fazer crônica sistematicamente. Virei um escritor crônico. O que é um cronista? Luís Fernando Veríssimo diz que o cronista é como uma galinha, bota seu ovo regularmente. Carlos Eduardo Novaes diz que crônicas são como laranjas, podem ser doces ou azedas e ser consumidas em gomos ou pedaços, na poltrona de casa ou espremidas na sala de aula. Já andei dizendo que o cronista é um estilita. Não confundam, por enquanto, com estilista. Estilita era o santo que ficava anos e anos em cima de uma coluna, no deserto, meditando e pregando. São Simeão passou trinta anos assim, exposto ao sol e à chuva. Claro que de tanto purificar seu estilo diariamente o cronista estilita acaba virando um estilista. O cronista é isso: fica pregando lá em cima de sua coluna no jornal. Por isto, há uma certa confusão entre colunista e cronista, assim como há outra confusão entre articulista e cronista. O articulista escreve textos expositivos e defende temas e idéias. O cronista é o mais livre dos redatores de um jornal. Ele pode ser subjetivo. Pode (e deve) falar na primeira pessoa sem envergonhar-se. Seu "eu", como o do poeta, é um eu de utilidade pública. Que tipo de crônica escrevo? De vários tipos. Conto casos, faço descrições, anoto momentos líricos, faço críticas sociais. Uma das funções da crônica é interferir no cotidiano. Claro que essas que interferem mais cruamente em assuntos momentosos tendem a perder sua atualidade quando publicadas em livro. Não tem importância. O cronista é crônico, ligado ao tempo, deve estar encharcado, doente de seu tempo e ao mesmo tempo pairar acima dele.
FONTE: http://sitenotadez.net/cronicas/
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
Auta de souza ma postado para IVAN KUSSLER - IVAM EVALDO KUSSLER
Auta de souza ma postado para IVAN KUSSLER - IVAM EVALDO KUSSLER
Auta de souza ma postado para IVAN KUSSLER - IVAM EVALDO KUSSLER
Auta de souza ma postado para IVAN KUSSLER - IVAM EVALDO KUSSLER
Auta de souza ma postado para IVAN EVALDO KUSSLER - IVAM EVALDO KUSSLER
Caridade da Luz
Santa – a moeda
amiga ao tornar-se carinho
Em todo lar sem pão que a penúria flagela,
Enaltecida sempre – a roupa mais singela
Que protege a nudez ao vento e ao desalinho!...
Glorificado seja – o pouso que tutela
O enfermo relegado às pedras do caminho,
Preciosa – a afeição para quem vai sozinho,
Trancando-se na dor em que se desmantela!...
Nobreza em toda ação que represente amparo
Do auxílio de um vintém ao apoio mais raro,
Que a simpatia expresse e a bondade presida!...
Brilhe em tudo , porém , com mais força e grandeza
A palavra do Bem que apure a Natureza,
Iluminando o Amor e libertando a Vida!...
Em todo lar sem pão que a penúria flagela,
Enaltecida sempre – a roupa mais singela
Que protege a nudez ao vento e ao desalinho!...
Glorificado seja – o pouso que tutela
O enfermo relegado às pedras do caminho,
Preciosa – a afeição para quem vai sozinho,
Trancando-se na dor em que se desmantela!...
Nobreza em toda ação que represente amparo
Do auxílio de um vintém ao apoio mais raro,
Que a simpatia expresse e a bondade presida!...
Brilhe em tudo , porém , com mais força e grandeza
A palavra do Bem que apure a Natureza,
Iluminando o Amor e libertando a Vida!...
AUTA DE SOUZA
PSICOGRAFADA POR CHICO XAVIER
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quinta-feira, 1 de novembro de 2012
Letra de musica para IVAN KUSSLER - IVAM EVALDO KUSSLER
Letra de musica para IVAN KUSSLER - IVAM EVALDO KUSSLER - IVAN EVALDO KUSSLER
Letra de musica para IVAN EVALDO KUSSLER - IVAM EVALDO KUSSLER
Sob Pressão
Um boom ba bay
Um boom ba bay
Um boom ba ba bay
Pressão, me derrubando com um empurrão
Pressionando você, nenhuma pessoa pede isso
Sob pressão - que incendeia um edifício inteiro
Divide uma família em duas
Coloca pessoas nas ruas
Um ba ba bay
Um ba ba bay
Dee duh dia
Ee duh dia
Tudo bem!
É o terror de saber
A que ponto chegou o mundo.
Observando alguns bons amigos
Gritando 'Deixe-me sair!'
Rezo para que o amanhã me deixe mais animado.
Pressão sobre as pessoas - pessoas nas ruas
Day day day
da da da dup bup
O.k.
Dando pontapés por aí -
Chuto meu cérebro pelo chão
Estes são os dias em que nunca chove mas transborda
Ee do bup Bay
Bup Ee do bay ba
Ee do bup
bup Bay
Pessoas nas ruas
Dee da dee dia da
Pessoas nas ruas
Dee da dee da dee da dee da
É o terror de saber
A que ponto chegou o mundo
Observando alguns bons amigos
Gritando "Deixe-me sair!"
Rezo para que o amanhã me deixe mais animado
Pressão sobre as pessoas - pessoas nas ruas
Afastei-me disto tudo como um homem cego
Sentei num muro mas isso não funciona
Continuo fornecendo amor
mas ele está tão cortado e despedaçado
Porque - porque - por quê?
Amor amor amor amor amor
A insanidade sorri, sob pressão estamos pirando
Não podemos dar a nós mesmos mais uma chance
Por que não podemos dar ao amor mais uma chance?
Por que não podemos dar amor...
Dar amor, dar amor, dar amor, dar amor...
Pois o amor é uma palavra tão fora de moda
E o amor te desafia a se importar com
As pessoas no limite da noite,
E o amor desafia você a mudar nosso modo de
Nos preocupar com nós mesmos
Esta é nossa última dança
Esta é nossa última dança
Isto somos nós mesmos
Sob pressão
Sob pressão
Pressão
ESTA MUSICA ESTA TRADUZIDA - NOME ORIGINAL under pressure
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